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Esclarecemos suas dúvidas sobre artrite reumatoide

A artrite reumatoide é uma doença autoimune de origem desconhecida e que se caracteriza pela deformidade e destruição das articulações que ocorrem em virtude de erosões ósseas e da cartilagem.

Cabe ressaltar que qualquer pessoas pode adquirir a artrite reumatoide, independentemente de sexo, porém a doença tem prevalência de até três vezes mais nas mulheres do que nos homens. Além disso, essa predisposição aumenta conforme a idade das pessoas avançam.

Um estudo feito em 2007 por pesquisadores dos serviços de Reumatologia da Faculdade de Ribeirão Preto, em que foram revisados 1381 prontuários de pacientes atendidos no estado de São Paulo entre os anos de 2002 e 2005 traçou um perfil das pessoas que mais são predispostas a desenvolverem a artrite reumatoide.

Os resultados dessa pesquisa apontaram que dos 1381 pacientes avaliados, 86% eram mulheres, caucasianas, tinham idades que variavam entre os 40 e os 50 anos, apresentavam quadros da doença a cerca de 7 anos e pesavam em média 65,6 Kg. Esse relevante estudo, feito por médicos pesquisadores, demonstra como as mulheres são mais propensas a desenvolver a artrite reumatoide e é por isso que precisam ter cuidados especiais.

Agora que você já sabe o que é a artrite reumatoide, deve estar se perguntando quais são os sintomas dessa doença e as possibilidades de tratamento para combatê-la, não é mesmo? Então continue a leitura e, a seguir, confira todas essas importantes informações.

 

Quais são os sintomas da artrite reumatoide?

Quais são os sintomas da artrite reumatoide?

Quando falamos em sintomas da artrite reumatoide é importante salientar que eles podem aparecer tanto separadamente como juntos. Por isso, caso você suspeite que tem essa doença, é recomendado que procure o auxílio médico. Apenas com o suporte profissional e por meio de exames é possível identificar a doença corretamente e assim fazer o tratamento adequado.

Os principais sintomas da artrite reumatoide são os listados na sequência. Veja e identifique se você apresenta algum deles.

  • rigidez matinal: ao acordar, geralmente há rigidez nas juntas e articulações, que podem durar por até cerca de uma hora;
  • artrite em três  áreas ou mais: a artrite reumatoide geralmente não se apresenta de maneira solitária. Ou seja, a pessoa que tem essa doença apresenta artrite em pelo menos três áreas articulares com edemas de partes moles. Também pode ocorrer, nesse sentido, um derrame articular;
  • artrite nas mãos e partes próximas: um dos primeiros locais em que a artrite reumatoide se desenvolve é nas mãos e áreas próximas como os punhos, interfalangeanas proximais e n metacarpofalageanas;
  • desenvolvimento de uma artrite simétrica: ou seja, aquela que acomete ao mesmo tempo duas articulações irmãs como os dois joelhos, os dois tornozelos, os dois punhos etc;
  • presença de nódulo reumatoides: surgimento de caroços que podem se desenvolver em várias partes do corpo, juntamente com a ocorrência da artrite. Esses nódulos tem um tamanho que pode variar entre 2 mm e 5 mm e costumam se desenvolver, geralmente, em áreas próximas às articulações;
  • fator reumatoide sérico: o fator reumatoide é mensurado por meio de um exame de sangue. Essa taxa é normal quanto vai até a quantidade 1:20. Pessoas com um fator reumatoide sérico, ou seja, acima de 1:20, podem ter essa doença, bem como outras como lúpus, vasculite, tuberculose, malária, sífilis, entre outras;
  • alterações radiográficas: quando é feito o exame de raio X e o médico identifica erosões ou descalcificações localizadas nas mãos e nos punhos, também pode ser um indício de artrite reumatoide.

Sempre que você apresentar pelo menos quatro desses sintomas apresentados, por pelo menos seis semanas, significa que você pode estar em um quadro de artrite reumatoide. Tal informação tem como base um estudo desenvolvido por cientistas da Unicamp, publicado na revista Brasil Remautologia.

Essa mesma pesquisa concluiu que os pacientes com dois ou três critérios não são excluídos de desenvolverem a artrite reumatoide no futuro, por isso a importância de buscar auxílio médico mesmo que apresente menos de quatro desses sintomas.

A avaliação inicial feita pelos médicos reumatologistas para identificar a artrite reumatoide leva em consideração exames físicos completos do paciente, bem como os seus relatos da ocorrência dos sintomas anteriormente descritos.

Alguns exames também necessitam ser feitos para diagnosticar esse problema. Conheça mais sobre alguns deles:

Exame de sangue

O exame de sangue serve para mensurar o nível do fator reumatoide, conforme anteriormente citado. A ideia é que seja identificada a presença desse componente nos sangue, bem como o anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico, que geralmente é visto em pacientes com essa doença.

A Velocidade de Hemossedimentação (VHS) e a proteína C Ativa, quando presentes no sangue, também podem indicar que existem inflamações no corpo, entre elas a artrite reumatoide.

Exames por imagem

Os exames por imagem utilizados para identificar os sintomas da artrite reumatoide são o raio X e a ressonância magnética. Ambos servem para que se possa fazer uma análise mais profunda do estado das articulações, o aparecimento de erosões, descalcificações, deformidades etc.

Artrocentese

Esse é o exame mais invasivo e incômodo de ser realizado, porém é necessário em alguns casos em que a doença não é identificada logo nos exames mais simples. Trata-se da coleta do líquido sinovial de uma das articulações inflamadas. Assim, é feita uma análise da composição desse líquido para descartar outras causas e confirmar que se trata de uma artrite reumatoide.

Apenas após essa avaliação minuciosa, os médicos poderão propor um tratamento adequado para amenizar os problemas ocasionados em decorrência dessa doença.

Para que você saiba quais são esses tratamentos e como fazê-los, explicamos os principais deles, na seção seguinte desse artigo. Siga conosco e confira agora mesmo.

Quais são os tratamentos para artrite reumatoide ?

Quais são os tratamentos para a artrite reumatoide?

Existem diversos tratamentos que podem ser utilizados para reduzir as dores e incômodos causados pela artrite reumatoide. Eles variam desde os mais tradicionais e comuns, até outros mais alternativos ou modernos.

Cabe lembrar que a artrite reumatoide, principalmente em pessoas idosas, pode causar redução na mobilidade e por isso, muitas vezes, os tratamentos que exigem a prática de esforços físicos devem ser acompanhadas de profissionais como fisioterapeutas ou educadores físicos.

Vamos comentar sobre cada um desses tratamentos, com mais detalhes, na sequência.

Fisioterapia

A fisioterapia é um dos principais tratamentos para a artrite reumatoide, pois os exercícios funcionais, como o pilates e os alongamentos podem prevenir na perda da mobilidade e aliviar as dores causadas por isso.

Os exercícios de alongamento também evitam que os tendões sofram encurtamentos por conta da inatividade, o que ajuda a manter a funcionalidade nas articulações que sofrem deformações por conta da doença.

Tratamento medicamentoso

Os médicos também podem receitar medicamentos para aliviar as dores e diminuir as inflamações ocasionadas pela artrite reumatoide. Nesse caso, existem quatro classes de remédios que podem ser utilizados no tratamento.

Ressaltamos aqui a importância de somente utilizar esses medicamentos com orientação médica. Jamais se automedique, pois você poderá desenvolver outros problemas graves em sua saúde, caso o uso dos remédios não tenha acompanhamento profissional.

As classes de medicamentos que podem ser utilizados no tratamento da artrite reumatoide são as seguintes:

Anti-inflamatórios não esteroides (AINES)

Tratam-se de medicamentos como o Ibuprofeno e o Naproxeno, que servem como paliativos e podem diminuir as dores causadas pelas inflamações.

O seu uso é recomendado por no máximo quatro semanas, pois se for usado mais vezes do que isso, poderá ter uma diminuição do efeito, além de causar outros efeitos colaterais.

Corticoides

Assim como a classe dos  AINES, os medicamentos do tipo corticoide não previnem as deformidades causadas pela artrite reumatoide e servem apenas como paliativos para tratamentos rápidos no início da ocorrência dos sintomas da doença.

A prednisona é a substância mais utilizada, geralmente em conjunto com medicamentos anti-inflamatórios, conforme indicação do médico e do farmacêutico.

Drogas anti-reumáticos modificadoras da doença (DMARDs)

Ao contrário das categorias citadas anteriormente, as DMARDs diminuem os processos inflamatórios, impedindo que as deformações oriundas da doença tomem maior proporção e progressão.

Apesar disso, esses medicamentos são imunossupressores, ou seja, geram um enfraquecimento no sistema imunológico, o que pode fazer com que outras doenças, principalmente de origem viral ou bacteriana, sejam adquiridas. Os efeitos também demoram para ser sentidos, ocorrendo apenas depois de  meses de uso.

Exemplos desse tipo de drogas são a penicilamina, a hidroxicloroquina, o metotrexato, a ciclosporina, a sulfassaliazina, a azatioprina, a leflunomida, entre outros.

Modificadores da resposta biológica

Esses medicamento são mais modernos que os demais e têm origem na biotecnologia. Eles possuem um efeito imunossupressor muito forte, porém, o que pode ocasionar em efeitos colaterais mais graves.

Por serem muito fortes e causarem bastante desconforto e mal estar no paciente, esse tipo de remédio só é utilizado em casos mais avançados da doença, quando outros tratamentos já não respondem como o esperado.

A etanercepte, a infliximabe, a adalimumabe, a anakinra, a abatacepte e a rituximabe são algumas dessas drogas modificadoras da resposta biológica, que sob nenhuma hipótese podem ser utilizadas sem o devido acompanhamento profissional.

Cirurgias

Em alguns casos, quando o uso de medicamentos e outros tipos de tratamento já não são suficientes para combater a artrite reumatoide, o médico pode sugerir que sejam feitas cirurgias para corrigir os danos causados às articulações.

São exemplos desses procedimentos cirúrgicos:

Sinovectomia

Trata-se de um procedimento em que toda a parte inflamada da membrana sinovial é retirada, com o objetivo de evitar danos à cartilagem. Essa cirurgia pode ser feita em artroses nos joelhos, nos quadris, nos dedos e nos pulsos.

Artrodese

Essa cirurgia é indicada apenas para os casos muito graves da artrite reumatoide. Ela é consiste na fusão de dois ossos, eliminando permanentemente as articulações que inflamam. Trata-se de uma medida bastante radical e que pode ter um processo de recuperação lento e doloroso.

Reparação dos tendões

Um dos principais danos causados pela artrite reumatoide são as inflamações nos tendões. Por isso, essa cirurgia tem como objetivo reparar as partes danificadas para que os movimentos sejam readquiridos.

Artroplastia total

Nessa cirurgia, todas as partes danificadas das articulações são retiradas e substituídas por próteses de metal ou plástico. As próteses são bastante duradouras e podem permanecer sendo usadas pelo paciente por até 20 anos, sem ser necessário fazer trocas.

Apesar disso, existem riscos na cirurgia, como a rejeição da prótese pelo organismos, causando fortes dores no local e a necessidade de retirar os itens postiços do corpo.

Terapias alternativas

Embora não exista um aprofundamento científico que comprove o funcionamento de terapias alternativas, muitas pessoas e profissionais praticantes da medicina alternativa relatam que alguns desses tratamentos são altamente eficazes no combate à artrite reumatoide.

Porém, vale lembrar, que os tratamentos medicamentosos ou de fisioterapia indicados pelo médico jamais devem ser substituídos por terapias alternativas. O que pode ser feito é uma união das duas práticas, mas nunca a substituição de uma pela outra.

Um exemplo de terapia alternativa para a cura de inflamações é o uso de suplemtnos com base de óleo de peixe. Tratam-se de substâncias ricas em ácidos graxos, que contribuem para a redução da dor e da rigidez.

Massagens também podem ser vistas como terapias alternativas, fazendo o uso de óleos de plantas de sementes diversas, como a borragem e o cassis. Existem também medicamentos naturais feitos com base nesses óleos de plantas.

Fotobiomodulação

A fotobiomodulação, também conhecida como Low-Level Light Therapy (LLLT) é um tratamento moderno, inovador e que pode ser um aliado no combate às inflamações causadas pela artrite reumatoide.

Por meio de um equipamento apropriado e que pode ser adquirido facilmente e a preço acessível para uso doméstico, é emitida uma luz radiante, composta por vários comprimentos de onda. Essas ondas geram diversos benefícios para os tecidos biológicos, podendo amenizar as dores e diminuir as inflamações causadas pela artrite reumatoide.

A artrite reumatoide possuí cura ?

A artrite reumatoide possui cura?

Muito embora existam diversos tratamentos para amenizar as inflamações e as dores causadas pela artrite reumatoide, essa doença não possui cura. Por isso, é preciso aprender a conviver com ela e nunca deixar de fazer tratamentos como a fisioterapia, as terapias alternativas e o LLLT. Já o uso de medicamentos também pode ser feito, porém sempre com orientação médica.

Como a artrite reumatoide não possui cura e é preciso aprender a conviver com ela, listamos algumas dicas para que você saiba como conviver com essa doença:

Busque apoio psicológico

Se você perceber que está muito triste por conta dos problemas causados pela artrite reumatoide, como a diminuição da movimentação, por exemplo, pode estar desenvolvendo também um quadro de depressão. Nesse caso, o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra é demasiadamente importante.

Tenha uma alimentação adequada

Embora não exista uma dieta específica para pessoas com artrite reumatoide, comer adequadamente e seguir um cardápio balanceado, com alimentos saudáveis auxilia na estabilização do peso e a diminuição das dores nas articulações.

Faça compressas nas articulações

Quando você estiver com muitas dores nas articulações, uma boa dica é fazer compressas com água quente ou gelada no local.

Conheça os seus limites

Você deve saber até onde consegue chegar em cada situação. Jamais faça exercícios físicos ou movimentos que julgar bruscos, por exemplo. Afinal, você se conhece melhor do que ninguém e sabe quais são as suas limitações.

Conseguimos esclarecer as suas dúvidas sobre a artrite reumatoide? Esperamos que sim e que você possa ter ficado mais bem informado sobre esse assunto tão importante para a saúde das pessoas, principalmente para as mulheres e idosos.

E não esqueça que estamos aqui para ajudá-lo e que para qualquer dúvida que tiver, não precisa deixar de fazer contato conosco. Para nós é um prazer e uma satisfação contribuir para o desenvolvimento da sua saúde e bem estar.

Revolucionário: Capellux Funciona!

O Capellux funciona interrompendo a queda, recuperando os fios que ainda não atrofiaram completamente e fazendo com que o cabelo cresça mais forte e saudável.

O Capellux é um equipamento de fototerapia capilar que age diretamente na saúde e nutrição dos fios de cabelo.

Ele consiste em um dispositivo, no formato de um boné, composto por 198 LEDs (diodos emissores de luz) que irradiam todo o couro cabeludo de forma homogênea e singular.

Pode ser utilizado como um tratamento único ou pode ser associado a outros produtos como loções tópicas, shampoos específicos para a queda dos cabelos, medicações orais e outras indicações médicas.

Capellux funciona

O Capellux funciona?

 

O Capellux é muito utilizado para tratar certos casos de queda capilar. É aprovado pela ANVISA e pelo FDA para tratamento de alopécia androgenética e eflúvio telógeno.

A luz dos LEDs age diretamente na nutrição e saúde dos folículos prolongando o ciclo de vida dos fios. O tratamento pode ser feito de três maneiras: Single, Combined e Aftercare.

Single

Tratamento monoterapêutico utilizando o Capellux. Indicado para alopécia androgenética em pacientes com histórico de queda inferior a 2 anos. Também indicado para eflúvio telógeno em decorrência de estresse pós cirurgia bariátrica, pós-quimioterapia, pós-parto. Geralmente, utiliza-se uma sessão, uma vez ao dia. Nesta fase, o Capellux trará ótimos resultados se aplicado corretamente pois a fototerapia irá tratar o afinamento dos cabelos, reduzir a perda do brilho, aumentar o volume e conter a perda natural dos fios.

 

Combined

Tratamento com o uso do Capellux em associação com medicamentos de uso tópico ou oral. Indicado para histórico de queda superior a 2 anos. A aplicação da luz vermelha do LED age em sinergia com a medicação devido a sua ação drug-delivery, de modo que potencializa a absorção do medicamento tópico no local aplicado. Utiliza-se o Capellux uma sessão diária antes da aplicação da medicação tópica.

 

Aftercare

Nesta fase, o Capellux faz uso apenas da fotobiomodulação para manter os resultados dos tratamentos anteriores e garantir a longevidade do ciclo de vida do folículo capilar. Nesta etapa o tratamento pode ser feito de 2 a 3 vezes por semana.

 

Capellux antes e depois

 

O Capellux apresenta resultados comprovados. Quem comprou o Capellux, está satisfeito com o tratamento e faz questão de indicar e publicar fotos com os resultados. Quando o tratamento tem eficácia no resultado, o paciente tem orgulho de divulgar. Fazendo uma rápida busca no google podemos encontrar casos reais de sucesso que foram divulgados espontaneamente na internet.

Veja algumas fotos de pacientes que usaram Capellux em seu antes e depois:

Capellux antes e depois   Capellux antes e depois

 

Capellux opiniões:

 

Muitas vezes temos receio de adquirir produtos pois não conhecemos alguém que já comprou. Para que você se sinta mais a vontade, sugiro que acesse a página do  facebook do Capellux e confira os comentários de quem já o adquiriu. Acesse: www.facebook.com/Capellux/reviews/

O resultado do uso do Capellux é excelente, tanto para os fios em processo de queda quanto para o processo de manutenção, melhorando a qualidade do cabelo.

Caso tenha ficado alguma dúvida, basta entrar em contato com a central de atendimento pelo e-mail cosmedical@cosmedical.com.br ou pelo telefone 4003-0487, que os atendentes estão prontos para responder suas dúvidas.

Agora que você já sabe todas as vantagens de utilizar a luz de LED no tratamento contra a queda de cabelo, queremos te oferecer um desconto para adquirir o Capellux.

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O segredo para reverter a Queda Capilar

Conheça as principais causas da queda capilar e quais tratamentos são indicados para auxiliar na resolução deste problema.

A queda capilar atinge uma grande quantidade de  homens e é inevitável não se preocupar quando as entradas começam a ficar mais aparentes, o cabelo mais ralo e muitas vezes com falhas visíveis.

A aparência muda e junto com ela surgem vários empecilhos que acabam por atrapalhar o dia a dia de quem está com os fios comprometidos, como os relacionamentos interpessoais, a própria imagem e a autoestima.

Normalmente perdemos em torno de 100 fios de cabelo por dia. Porém como muitos homens mantém o cabelo curto fica mais difícil de perceber quando esta queda está acima da quantidade considerada ‘normal’.

A calvície no homem começa a ser perceptível após a perda de cerca de 50% dos fios. Nesta fase, o paciente passa a se preocupar com a queda de cabelo,  aumentando o seu  interesse por visitações aos dermatologistas e buscas por diversos tipos de tratamentos.

Na fase inicial da queda, ainda não é necessário se preocupar, pois trata-se do ciclo de crescimento do folículo, estabilidade e queda temporária. Esta queda temporária é gradual e pode ser revertida com o tratamento correto.

Se a queda for maior que a média de 100 fios diários, pode ser um sinal de alerta. Nestes casos, recomenda-se procurar um especialista, geralmente um  médico dermatologista com foco na área capilar, que irá propor o melhor tratamento para o seu caso.

O que causa a queda de cabelo excessiva?

O que causa a queda de cabelo excessiva?

 

É considerada queda de cabelo excessiva aquela que passa dos 100 fios diários. Ela pode ser ocasionada por diversos fatores que vão desde a genética ou má alimentação até estresse ou doenças mais sérias.

Por ter diversas causas, o mais aconselhado ao se perceber a queda é conversar com um especialista. Há médicos especializados no assunto capilar, como no caso de alguns médicos dermatologistas e tricologistas.

Fases do cabelo

Fases do cabelo (queda normal)

 

Anágena

Esta é a fase de crescimento do cabelo. Ela pode durar de 2 à 7 anos e é onde o folículo capilar recebe os nutrientes necessários para um crescimento saudável.

 

Catágena

Esta é a fase de repouso do cabelo. Nesta fase, o folículo se prepara para entrar em descanso e o crescimento do cabelo é interrompido.  Pode durar, em média, até 4 semanas.

 

Telógena

Esta é a fase de eliminação dos fios. É a última fase do ciclo capilar. Nela o fio cai naturalmente ou é empurrado por outro que está crescendo. Sua duração é em média de até 3 meses.

 

Doenças

 

Quando a queda capilar está anormal pode ser um sintoma de que algo em seu organismo não vai bem. O corpo geralmente tenta suprir suas necessidades básicas e apenas depois passa a nutrir os cabelos e unhas. Se os cabelos começarem a cair ou perderem o brilho, geralmente se deve a alguma doença associada. Confira alguns casos neste post: AQUI!

Queda de cabelo por estresse

Queda de cabelo por estresse

 

A queda de cabelo proveniente de estresse pode ser causada por vários motivos, e eles variam muito de pessoa para pessoa. Períodos de intenso estresse podem causar uma queda de fios de forma temporária, chamada de eflúvio.

Independente do que motivou o estresse, o organismo aumenta a produção de uma substância que bloqueia a entrada de nutrientes na região do couro cabeludo e isso, a longo prazo, pode enfraquecer os fios e levar a queda.

 

Queda de cabelo excessiva, como tratar:

 

Existem vários tratamentos para a queda de cabelo na internet, porém devemos lembrar que existem tipos diferentes de queda e que para cada tipo de queda há um tratamento diferente. NESTE POST você pode conhecê-los.

Tratamentos aprovados pela ANVISA

Tratamentos aprovados pela ANVISA

 

A ANVISA é o órgão brasileiro que aprova os tratamentos médicos antes dos mesmos serem disponibilizados para os pacientes. O tratamento com luz de LED, também conhecido como LLLT (Low Level Light Therapy), é aprovado pela ANVISA, e pelo FDA, principalmente por não ter contraindicações nem efeitos colaterais.

Caso a alopécia androgenética seja diagnosticada com até 2 anos a partir do início da queda capilar, ela pode ser tratada exclusivamente com LLLT.

Há outros dois tratamentos aprovados pela ANVISA: o uso oral da finasterida e o uso tópico do minoxidil. O grande problema desses tratamentos são os efeitos colaterais em homens. O minoxidil, por exemplo, deixa a aparência do cabelo bem desagradável e a finasterida pode causar danos irreversíveis, como a impotência sexual.

 

Consulte seu médico

 

Nem sempre as “receitas caseiras” que achamos na internet já foram testadas e como já aprendemos ao longo do texto os tratamentos variam com o tipo de queda. Não se exponha a tratamentos sem prescrição médica, isso pode piorar o seu quadro clínico e muitas vezes pode ser algo irreversível. Em caso de queda capilar, consulte um médico dermatologista de confiança.

O cabelo em queda pode estar sofrendo com a falta de nutrientes, e essa deficiência pode ser o sinal para alguma doença mais grave. Por sorte, nem sempre temos outros sintomas e muitas vezes temos histórico de calvície na família, o que indica a Alopécia Androgenética.

O tratamento domiciliar com o uso do LED pode ser feito por qualquer pessoa pois não apresenta contraindicações. Essa luz emitida pelos LEDs atua diretamente na mitocôndria da célula, produzindo mais energia e, consequentemente, fazendo com que os fios de cabelo cresçam mais rápido, fortes e saudáveis.

A luz de LED é um tratamento inovador que pode, em muitos casos, substituir ou ser complementar aos tratamentos oral e tópico.

Esse tratamento inovador será muito mais agradável, principalmente para os homens, pois o LED não possui efeitos colaterais e pode ser utilizado tanto no tratamento de queda quanto na manutenção dos fios, trazendo um efeito mais duradouro e tornando o tratamento mais saudável ao paciente.

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O que ninguém nunca te contou sobre o Cabelo Caindo da Raiz

Entenda tudo sobre o seu cabelo caindo da raiz e descubra o que fazer para reverter essa situação.

A queda capilar pode ser um incômodo para muitas pessoas, e se você está preocupado com a queda excessiva de cabelo, a primeira coisa que se deve fazer é agendar uma consulta com o seu dermatologista.

Em alguns casos a queda capilar pode ser considerada normal. Diariamente chegamos a perder até 100 fios. Se a percepção for de um número maior que este a queda pode estar atrelada a outras causas.

A queda pode ocorrer normalmente, quando o fio se desprende da raiz devido ao fim do seu ciclo normal Porém a queda também pode ocorrer devido ao  uso excessivo de produtos químicos, utilizados em procedimentos como alisamentos, descoloração, tinturas, ou pela exposição do fio ao calor através do uso de chapinhas e escovações.

Além dos procedimentos estéticos o cabelo pode cair por outros motivos, que vão desde  estresse ou má alimentação até causas genéticas. Portanto realizar  tratamentos com remédios caseiros e estabelecer um diagnóstico sem o acompanhamento devido de um médico dermatologista podem piorar o quadro.

por que o cabelo cai

Por que o cabelo cai?

 

Basicamente, em seu estado normal, um fio de cabelo cai para que outro fio possa crescer no lugar, esse é o ciclo natural do cabelo.

O cabelo possui 3 fases no seu ciclo de vida: a fase de crescimento (anágena) que pode durar até 7 anos, a fase de transição (catágena) que dura apenas algumas semanas e a fase de repouso que pode durar até 3 meses.

Quando essas fases entram em desarmonia, pode haver uma diminuição significativa no volume capilar devido a queda precoce ou a um atraso na etapa de crescimento de novos fios.

fases do cabelo

Fases do cabelo

 

Anágena 

A fase anágena é a fase responsável pelo crescimento do fio de cabelo. Ela é fundamental para se obter um cabelo volumoso  e saudável podendo durar de 2 a 7 anos. Nessa fase o novo fio de cabelo se forma, recebe nutrientes para crescer de maneira saudável e o metabolismo da raiz acelera para garantir que a divisão de células capilares seja a mais rápida e eficiente possível.

Catágena 

A fase catágena é a fase de transição do fio de cabelo. Ela se inicia  logo que a fase anágena termina e dura apenas algumas semanas. Nessa fase a raiz do folículo capilar  diminui de tamanho fazendo com que o fio se desprenda dela. Então o fio começa a subir em direção a superfície do couro cabeludo.

 

Telógena 

A fase telógena é a fase de repouso e pode durar até 3 meses. Nessa fase o fio de cabelo começa a cair. Nesse processo, ele pode se soltar e cair por si só, ou ser empurrado para fora por um novo fio que está em processo de crescimento, dando início a um novo ciclo de crescimento.

 

Queda normal de cabelo:

 

É normal que os fios de cabelo caiam em sua fase telógena. A queda de cabelo é considerada normal quando não se ultrapassa o limite de 100 fios por dia.

Os fios de cabelo que caem são continuamente repostos por novos, porém quando esta reposição não acontece e surgem espaços rareados na cabeça é preciso começar a se preocupar pois a queda pode estar relacionada com alguma doença.

 

Queda de cabelo pode ser sintoma de câncer?

 

Em casos incomuns, a queda de cabelo pode ser um dos sintomas sim, porém são raros  os casos em que a queda de cabelo pode ser tida  como um sintoma de câncer. Frequentemente o tratamento do câncer, em caso de radioterapia ou quimioterapia, está ligado à queda de cabelo, pois a perda dos fios é um dos efeitos colaterais mais comuns.

Dessa forma, no caso de queda capilar a probabilidade é maior que tal caso esteja relacionado com algum outro tipo de doença, como lúpus, problemas na tireóide ou até mesmo anemia.

A queda de cabelo deve ser observada com atenção! Quanto antes os sintomas forem percebidos e o diagnóstico for feito, maior a chance de reversão do quadro.

doenças que fazem cair o cabelo

Quais doenças fazem cair o cabelo?

 

Lúpus

Quando o lúpus não é tratado adequadamente, ou antes do seu diagnóstico, pode ocorrer a queda excessiva de cabelo.

Lúpus é uma inflamação crônica da pele e órgãos internos onde o sistema imunológico do paciente, que deveria protegê-lo, passa a atacar as próprias células e se caracteriza principalmente pela aparição de ulcerações ou manchas no corpo.

Tireóide

A tireóide é uma glândula, que se localiza na parte inferior do pescoço, e que determina o bom funcionamento do corpo humano, pois regula a função de órgãos importantes.Quando o seu funcionamento está comprometido devido alguma  disfunção, a energia disponível para as células trabalharem e as vitaminas presentes são direcionadas para áreas vitais do organismo em vez de serem direcionados para cabelos, pele e unhas, deixando em déficit tais regiões. Ou seja, essa situação, o cabelo não recebe os nutrientes necessários para um crescimento saudável. om isso a aparência muda e a queda de cabelo pode começar a ser perceptível.

Anemia

A anemia se caracteriza pela deficiência de alguns nutrientes no organismo, em principal o ferro. A má alimentação é o principal motivo para essas deficiências.

O ferro tem um papel muito importante para o crescimento saudável dos cabelos, por isso a sua falta no organismo pode causar a queda capilar excessiva.

É importante saber que a  queda dos cabelos é apenas um dos sintomas da anemia. Por isso deve-se observar se a queda está associada com episódios de fraqueza, e assim procurar um médico o mais rápido possível.

Cabelo caindo muito é falta de vitamina

Cabelo caindo muito é falta de vitamina?

 

A falta de vitaminas pode ser um enorme vilão quando o seu cabelo está caindo pela raiz. As vitaminas auxiliam no processo de crescimento capilar, deixando o cabelo mais bonito, saudável e resistente à queda. Abaixo temos uma lista com as principais vitaminas que auxiliam na saúde dos folículos capilares. Confira!

Vitamina A

A vitamina A é um nutriente que auxilia na hidratação e crescimento saudável do cabelo. Sua insuficiência pode causar queda, crescimento reduzido e até deixar a aparência do fio opaca, ou seja, sem brilho.

Vitaminas do Complexo B

O complexo B é composto por nove vitaminas que auxiliam no metabolismo celular, fazendo com que o cabelo cresça mais forte e mais saudável.

Vitamina C

A vitamina C protege o cabelo das agressões diárias e tem ação antioxidante. Diariamente fatores externos, como poluição ou radiação solar, induzem o organismo a produzir radicais livres, ou seja, moléculas que oxidam os fios. A  vitamina C ajuda a restaurar e bloquear tais  danos.

Vitamina D

A vitamina D é um composto que mantém o equilíbrio mineral do corpo. Impressionantemente essa vitamina é produzida pelo próprio organismo e para  a produção da mesma, o corpo precisa ser exposto a luz solar, que penetra pelos poros e também pelo folículo capilar.

Vitamina E

A vitamina E auxilia na circulação sanguínea, sendo um excelente estímulo para o crescimento capilar, já que com a melhora da circulação há um aumento no aporte de nutrientes e oxigênio que chegam até o folículo capilar.

Ferro

O ferro é um dos micronutrientes mais benéficos para o corpo humano.  Dentre uma de suas funções principais, é responsável por formar hemoglobina, a molécula de sangue responsável pelo transporte de oxigênio no corpo. Sua deficiência causa queda capilar por falta de oxigênio, nutrientes e disfunção de hormônios no processo de crescimento.

Se o seu cabelo estiver caindo da raiz o mais indicado é procurar um médico dermatologista o quanto antes e solicitar exames para saber o real motivo da queda. Muitas vezes a queda pode não estar relacionada a uma doença e sim a um déficit de vitaminas, assim como exposto ao longo do texto, e pode ser facilmente resolvida com um tratamento domiciliar a ser indicado pelo seu médico.

Com essas informações fica mais fácil de entender que a queda capilar pode acontecer por motivos diferentes, não é mesmo?

Então baixe agora mesmo o e-book “Como parar a queda de cabelo.” e continue cuidando da sua saúde!

Não compre remédios para calvície antes de ler este artigo!

Descubra agora tudo sobre os Tratamentos e Remédios para Calvície, saiba quais são aprovados pelo FDA, seus efeitos colaterais e quais as contraindicações.

Você ultimamente tem tido que lidar com a queda de cabelo e muitas vezes com as piadinhas que vem junto com ela, correto?

Em homens, a queda capilar é mais comum e visível do que em mulheres, que em muitas vezes disfarçam a falta de volume com o comprimento do cabelo.

Homens infelizmente nem sempre possuem este artifício. Mas então, o que fazer quando o cabelo começa a cair?

O primeiro passo é verificar se a queda está com um volume normal, que é de até 100 fios por dia. Caso a queda ultrapasse esse número ou o cabelo tenha um aspecto muito ralo, você pode estar sofrendo de Calvície ou outras doenças que causam a queda capilar masculina.

O que é Calvície?

O que é Calvície?

 

A calvície ou alopecia nada mais é que a ausência total ou parcial de fios de cabelo na cabeça.

Constantemente nossos folículos capilares estão caindo e sendo repostos, isso é um ciclo natural. Porém quando a queda é maior que a reposição, ou não há reposição, isso se enquadra em um quadro clínico.

Há vários fatores que podem causar a calvície como o stress, o uso de medicamentos, hormônios e até mesmo fatores genéticos, que em geral são os casos mais comuns.

Cada caso possui características próprias e é essencial consultar um médico dermatologista para que se tenha um diagnóstico exato antes de iniciar qualquer tratamento.

Tipos e Causas da queda de cabelo

Tipos e Causas:

Alopecia Androgenética

A alopecia androgenética é a perda permanente de cabelo do couro cabeludo, causando a calvície. É uma doença bem comum que atinge mais de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil.

Atinge principalmente homens e é mais diagnosticada a partir dos 19 anos de idade. Sua causa é genética e o sintoma principal é a queda capilar que geralmente ocorre na parte superior e frontal da cabeça.

O tratamento pode variar conforme o estágio da doença, havendo muito mais chances de melhora quando se é diagnosticada e tratada logo no início.

Alopecia Areata

A alopécia areata é a queda repentina de cabelo que começa com uma ou mais áreas calvas circulares que podem se sobrepor. Atinge em média 150 mil pessoas no Brasil.

Pode ser diagnosticada em qualquer idade e ocorre quando o sistema imunológico ataca os próprios folículos pilosos. Na maioria dos casos a perda dos fios de cabelo é desencadeada  por um estresse grave.

O tratamento inclui medicamentos de uso oral ou tópico e até mesmo a aplicação de luz diretamente na região acometida, que pode variar conforme o estágio da doença e a idade do paciente.

Alopecia Cicatricial

A alopecia cicatricial é a queda capilar irreversível, que atinge uma parcela menor de pessoas no Brasil, mas que ainda assim é relevante e causa preocupação.

Não há uma faixa etária exata para seu surgimento, porém é mais comum em pessoas acima de 19 anos. Sua causa é um grupo de doenças raras que inflamam e destroem o folículo piloso substituindo-o por tecido cicatricial, impossibilitando a reversão do quadro de queda capilar.

O tratamento é baseado no estágio do quadro clínico do paciente e leva em consideração qual tipo de doença causou a inflamação.

Eflúvio Telógeno

O eflúvio telógeno é uma condição reversível em que o cabelo cai depois de uma experiência estressante. Atinge em média 150 mil pessoas no Brasil.

Pode ser diagnosticada em qualquer idade e acontece após um grande episódio de estresse como, por exemplo, uma cirurgia ou doenças graves. O estresse faz com que um grande número de folículos pilosos entre na fase de repouso (fase em que o fio para de crescer e se prepara para cair).

Em muitos casos, não é necessário nenhum tratamento específico, pois geralmente o cabelo volta a crescer normalmente quando o estresse diminui.

Calvície possui cura?

Calvície possui cura?

 

A queda contínua e persistente do cabelo, nos casos de alopecia androgenética, alopecia areata e alopecia cicatricial, quando tratada em seu estágio inicial, pode ser bastante amenizada retardando dessa forma  o processo de queda.

Apesar da cura total ainda não existir para esses casos, os avanços tecnológicos e os estudos nessa área mudaram muito a perspectiva do tratamento em relação à queda de cabelo e à calvície.

O importante é se preocupar cedo com o problema, aliás quase tudo em saúde é assim:  quanto mais precocemente for iniciado o tratamento, maiores as chances de cura.

Já no caso da queda proveniente do eflúvio telógeno, existe a possibilidade de cura desde que o episódio de estresse seja interrompido.

Tratamentos aprovados  pelo FDA

Tratamentos aprovados pelo FDA

 

O FDA (Food and Drug Administration), órgão americano que controla a produção de medicamentos, aprova apenas três tratamentos para a alopécia androgenética a saber:

Uso oral – Finasterida

A Finasterida é provavelmente o medicamento mais utilizado para o tratamento de queda capilar masculina. Ela consiste em um comprimido que regula a quantidade do hormônio Testosterona que é convertido em DHT, já que o excesso de DHT é o responsável por parte da queda de cabelo nesse caso.

A eficácia do tratamento varia de caso a caso, porém os efeitos colaterais, que vão de crescimento das mamas até infertilidade, podem ser irreversíveis.

LLLT – Low Level Light Therapy

A Low Level Light Therapy (LLLT) é um tratamento que utiliza LEDs (diodos emissores de luz)  de baixa intensidade  com o objetivo de ativar e prolongar a fase de crescimento capilar, além de melhorar a densidade do cabelo. A LLLT possui efeito fotobiomodulador, que regula a produção de energia celular  através do estímulo das mitocôndrias. Dessa forma, promove a vasodilatação, aumenta a disponibilidade  de oxigênio e o aporte de nutrientes no bulbo capilar. É um dos tratamentos indicados para alopecia androgenética e eflúvio telógeno, não possuindo efeitos colaterais conhecidos.

Uso tópico – Minoxidil

O Minoxidil é uma loção tópica que aumenta a microcirculação do local aplicado. Ela não promove o crescimento de novos fios, apenas nutre e reativa os folículos vivos. Dentre os possíveis efeitos colaterais estão a coceira e irritação da área aplicada ou olhos.

Remédios caseiros para queda de cabelo

Remédios Caseiros

 

Na internet existem diversas receitas caseiras para o tratamento da calvície, porém é importante saber que  nenhum deles ainda é aprovado pelo FDA, ANVISA ou órgãos regulamentadores da saúde. Dessa forma  o uso desses métodos pode colocar em risco a sua saúde.

Como pudemos observar, há diferentes causas para a queda de cabelo e para identificar corretamente a sua, é necessário se consultar com um profissional capacitado, como um médico dermatologista, assim ele poderá indicar o tratamento correto para obter os melhores resultados.

Com essas informações fica mais fácil de entender que a queda capilar pode acontecer por motivos diferentes, não é mesmo?

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